sábado, 20 de dezembro de 2008

INCUBADORA LIVRE DE DIREITO AUTORAL

Esta ação surge pelos encontros e reencontros permanente de alguns advogados,jornalistas,administradores,economistas,gestores,comunicologos,,e outros profissionais interessados na materia e no material autoralista,que se encontraram perante os encontros e celebrações,realizados este ano de 2008,quando se celebrou,
os 10 anos da Lei de Direito Autoral no Brasil.
Visando uma melhor,adequação das partes interessadas,
foram feitas novas abordagens e realce de antigas exigências nas materias
e nas questões dentro das leis de Direito Autoral.
Sendo assim,este grupo forma se,a contar propriamente dito,deste momento,
de ultimos dias de 2008,
então,a primeira semente do que incialmente chamaremos aqui
e doravante dentro de momento próximo,de :
INCUBADORA LIVRE DE DIREITO AUTORAL
Que aos poucos,nos meses subsequentes de 2009,começaremos à esboçar o corpo do Grupo como traçar as suas principais metas e objetivos nesta direção.

domingo, 14 de dezembro de 2008

FÓRUM LIVRE DO DIREITO AUTORAL : O DOMÍNIO DO COMUM - 15 , 16 e 17 de dezembro de 2008 - Escola de Comunicação da UFRJ‏





FÓRUM LIVRE DO DIREITO AUTORAL : O DOMÍNIO DO COMUM - 15 , 16 e 17 de dezembro de 2008 - Escola de Comunicação da UFRJ‏

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Fórum Livre do Direito Autoral - O Domínio do Comum


Fórum Livre do Direito Autoral
O Domínio do Comum

Dias 15, 16 e 17 de dezembro de 2008 – Rio de Janeiro

Local: Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (Auditório Pedro Calmon) – campus Praia Vermelha
Av. Pasteur, 250. Praia Vermelha. Tel. 21 3873-5067
Realização: Ministério da Cultura (MinC)
Organização: Escola de Comunicação da UFRJ e Rede Universidade Nômade
Apoio: Pontão de Cultura Digital da ECO/Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

ECO/UFRJ sedia em dezembro o Fórum Livre de Direito Autoral


A Escola de Comunicação da UFRJ promoverá, nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, o "Fórum Livre de Direito Autoral - O Domínio do Comum",

em parceria com o

Ministério da Cultura (MinC) e Rede Universidade Nômade.


O Fórum se propõe a ampliar as discussões sobre os impasses da atual legislação de propriedade intelectual, buscando compatibilizar a proteção legal dos direitos com o acesso a cultura, num cenário de mudanças sociais e tecnológicas que subverte as relações tradicionais com o direito autoral.
Participam do Fórum alguns dos maiores especialistas nas mutações do capitalismo contemporâneo, como o italiano Antonio Negri e o norte-americano Michael Hardt, autores de "Império" e "Multidão". O tema dos "commons" e as mutações na propriedade intelectual no Capitalismo Cognitivo atravessam os debates.
A Cultura do compartilhamento e da cópia, o uso educacional e não-comercial de filmes, livros e música, o direito de acesso aos bens culturais, a criminalização dos consumidores, as novas formas de negócios "abertos", o domínio público, as novas formas de licenciamento e de remuneração do autor e os impasses e desafios para criadores, produtores e consumidores de cultura e seus agentes serão debatidos por teóricos, professores universitários, advogados, líderes de movimentos sociais e empresários, estudantes de Comunicação, Direito, Economia, criadores, etc.
Em virtude das mudanças sociais, do avanço tecnológico, e do conseqüente surgimento de novos arranjos de produção e distribuição de cultura, a questão do direito autoral mobiliza não apenas os profissionais do Direito, mas múltiplos segmentos da sociedade. O próprio Ministério da Cultura vem promovendo, ao longo do segundo semestre de 2008, dentro do Fórum Nacional de Direito Autoral, seminários de discussão do tema. O Fórum Livre terá a participação do Ministro da Justiça, Tarso Genro, do Secretário de Políticas Públicas do Minc, Célio Turino e do Coordenador Geral do Direito Autoral do Minc, Marcos Alves de Souza.
O Fórum propõe ampliar os questionamentos políticos, sociais e éticos, oferecendo mecanismos de produção e possibilidades de políticas públicas e de arranjo legal que democratizem o acesso à cultura, sem prejuízo aos produtores e empresários desses setores. Pretende-se também mobilizar estudantes, professores, advogados, profissionais da Comunicação, ativistas e produtores culturais em torno das mudanças urgentes e inadiáveis na relação entre os poderes público e privado e o setor dos direitos autorais.